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JESUS CRISTO, ESSE ETERNO DESCONHECIDO - 22/12/12

22-12-2012 21:08
  1. A QUESTÃO DA VIDA

Quem é afinal esse Jesus, de quem se fala, ou em quem se vive? Terá alguma vantagem conhecê-lo? Será suficiente para o conhecer, ouvir somente cultos doutrinários? Ou não deveriam todos os cultos ser um testemunho de louvor a esse Cristo em cada um, que procura incessantemente a felicidade da salvação em todos os sujeitos, com qualquer tipo de capacidade e, que aceitam as suas dádivas?

 

  1. QUEM NÃO É CRISTO

Não é raro às vezes, com base em passagens como a de Isaías 9:6 e de Filipenses 2:5-11, ouvir aquilo que Jesus não foi, e muito menos não é e, nunca será. Assim para algumas opiniões, a roçar um bocado a prepotência espiritual, Jesus Cristo, sobressaia-se (e hoje em dia é visto como virtude), pelo simples facto de que dependia só dos que se encontravam à sua volta. Nesta perspectiva e, graças a este tipo de virtudes e princípios, muitas obras são erigidas e, muitas acções são levadas a avante. Será assim Cristo? Não, simplesmente porque há em Cristo (e sempre haverá pelo Espírito Santo, seu único representante na Terra) um estilo de reciprocidade perfeita e, a maior transversalidade existencial e humana, que atinge o cerne humano sobre o bem das constantes liberdades criacionais de Deus, nas áreas primordiais da verdade, do amor e, da vida. Mas mesmo assim, Cristo, também não se esgota só nas características perfeitas e humanas.

Num mundo global, é injustificado o conhecimento de Cristo (e nem sequer está associado à presença do próprio Messias), com base somente em modelos humanos do se sentir superior a outro, com base em características essencialmente culturalistas, ou numéricas. E isto porquê? Porque, pelo menos a história já ensinou e, a palavra Bíblica profetiza, que esse tipo de justificações espirituais, deixarão de existir e, de fazer sentido, mais tarde, ou mais cedo. Então, quem é esse Cristo?

 

  1. AFINAL, QUEM É CRISTO?

Cristo é, quem é, mas na generalidade é definido pelas suas acções e palavras descritas na Bíblia. A partir daqui, é deixar correr a imaginação humana em controvérsias conflituosas que levam à inexistência, ou viver com esse Cristo eternamente. Mas, o que significa este Cristo para muitos, que subsiste para além de tudo e, de todos? Qual o denominador comum nas suas características, em que refere ser a ressurreição, a intercessão (Hebreus 7:25) e, o libertador pleno do pecado e da morte, na sua gloriosa segunda vinda? O próprio diz que é o “pão da vida”, a própria “vida, verdade e amor” e, (na mais contundente das afirmações) o “Eu sou um com o Pai”, que é o mesmo que dizer: “Eu sou Deus”. É admirável, que muitas vezes esse Cristo é visto como uma figura mítica, ou uma estrela Superstar, em vez de se aceitar a sua palavra, a interiorização do seu ser e, da sua presença cada vez mais próxima e reveladora. Cristo não é um show de espanto para uns e, nem muito menos um conjunto de ressabiamento para outros. No essencial, Cristo é o humano perfeito em Deus, que aproxima cada vez mais a humanidade de Deus. Ou bastará referir, que Jesus é somente o filho de Deus, como se tratasse de um quadro no Prado, ou no Louvre espiritual de cada sujeito? Será isto um devaneio espiritual beato e psicótico? Ou não passará de uma mercadoria, para despejar nas mentes incautas, ou revoltadas contra Deus? Personificará somente uma doutrina? No essencial, Cristo é a testemunha em como o próprio Deus, cria e recria o ser humano, como se fosse Ele próprio. Cristo será sempre o desconhecido divino, que se conhece cada vez mais na sua humanidade. Não basta anunciar as maravilhas de Deus em Cristo, o mundo precisa que vivam essas maravilhas, ou pelo menos que as expliquem…